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segunda-feira, 16 de junho de 2014
Agenda: Última Jornada fotográfica de André Douek
Olá amigos do mundo dos cliques.
É com muito pesar que foi anunciada a última edição da Jornada Fotográfica do Museu da Cidade de São Paulo.
André Douek, organizador das saídas, anunciou que infelizmente fará dia 19 a última edição do evento que ocorria mensalmente a vários anos pela cidade de São Paulo.
Essa última edição será em Itaquera no dia do jogo entre Uruguai e Inglaterra.
Para participar desse evento o interessado deverá se inscrever através do link http://migre.me/j9yNQ e preencher o cadastro até dia 18/06.
O ponto de encontro será na estação Corinthians Itaquera do metrô que fica na Av. Projetada 1900 às 13:00.
Resumo:
Jornada Fotográfica Dia de Jogo da Copa - Uruguai x Inglaterra
Quando: Quinta-feira, 19 de junho de 2014, das 13h às 16h.
Onde: Ponto de encontro na Estação Corinthians-Itaquera do Metrô – Av. Projetada, 1900 – Itaquera.
Quanto: Atividade Gratuita
INSCREVA-SE AQUI: http://migre.me/j9yNQ até dia 18/06
Coordenação: André Douek
Mais informações: andredouek.blogspot.com
Até!
Obs: O Blog fotosaídas tem a função apenas de divulgar as saídas fotográficas por São Paulo, mais informações com o organizador da saída.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Jornada Fotográfica - Cidade Tiradentes
No último fim de semana André Douek realizou mais uma Jornada Fotográfica, dessa vez fomos para a Cidade Tiradentes, extremo leste de São Paulo.
A Cidade Tiradentes inicialmente foi projetado como um bairro dormitório que foi crescendo aos poucos e agora é um bairro comum com várias moradias e comércios e nesse 21 de abril completa 30 anos de sua fundação.
Iniciamos nossa jornada na estação da Luz e de lá fomos de trem até Guaianases onde pegamos um ônibus até o novo terminal Cidade Tiradentes.
Lá encontramos nosso guia que nos levou pelas ruas do bairro contando sua história e como o Bairro de Cidade Tiradentes cresceu a partir do condomínio Santa Etelvina que foi entregue a população em 1984. O bairro é basicamente composto por esse tipo de conjunto residencial.
Andando pelas ruas de comércio do bairro vimos que ele está se desenvolvendo rapidamente e tem de tudo um pouco lá como lojas de roupas, açougue, mecânica, mercadinho, tudo de um mesmo lado da avenida.
Infelizmente existem pessoas que emporcalham o bairro jogando seu lixo em qualquer lugar e os muitos cachorros abandonados existentes no local o espalham procurando por comida.
Aliás cão abandonado é que não falta no bairro, com muita facilidade podem ser encontrados vagando pelas ruas ou descansando em alguma sombra.
Do outro lado da avenida ainda haviam alguns terrenos vazios mas a maioria ocupado por moradias populares e em toda a extensão do calçadão que era bem largo por sinal havia além de uma ótima pista para caminhada, aparelhos de ginástica e brinquedos para as crianças. Um exemplo de como as calçadas deviam ser por toda a cidade.
Falando em crianças encontramos algumas curiosas com nossa jornada pelo bairro e começaram a pedir para serem fotografadas e começaram a posar para a gente e se divertiram bastante com a atenção dada a elas por nós.
Continuando pelo caminho fomos até o Instituto Pombas Urbanas onde seria realizado um casamento coletivo mas como chegamos muito cedo não chegamos a fotografar o evento, apenas o interior do galpão.
Mais a frente em uma pracinha do bairro terminamos nossa jornada com promessa que nossas fotos participariam de uma exposição no bairro.
Abaixo mais algumas fotos da Jornada Fotográfica - Cidade Tiradentes.
Até mais!
A Cidade Tiradentes inicialmente foi projetado como um bairro dormitório que foi crescendo aos poucos e agora é um bairro comum com várias moradias e comércios e nesse 21 de abril completa 30 anos de sua fundação.
Iniciamos nossa jornada na estação da Luz e de lá fomos de trem até Guaianases onde pegamos um ônibus até o novo terminal Cidade Tiradentes.
Lá encontramos nosso guia que nos levou pelas ruas do bairro contando sua história e como o Bairro de Cidade Tiradentes cresceu a partir do condomínio Santa Etelvina que foi entregue a população em 1984. O bairro é basicamente composto por esse tipo de conjunto residencial.
Andando pelas ruas de comércio do bairro vimos que ele está se desenvolvendo rapidamente e tem de tudo um pouco lá como lojas de roupas, açougue, mecânica, mercadinho, tudo de um mesmo lado da avenida.
Infelizmente existem pessoas que emporcalham o bairro jogando seu lixo em qualquer lugar e os muitos cachorros abandonados existentes no local o espalham procurando por comida.
Aliás cão abandonado é que não falta no bairro, com muita facilidade podem ser encontrados vagando pelas ruas ou descansando em alguma sombra.
Do outro lado da avenida ainda haviam alguns terrenos vazios mas a maioria ocupado por moradias populares e em toda a extensão do calçadão que era bem largo por sinal havia além de uma ótima pista para caminhada, aparelhos de ginástica e brinquedos para as crianças. Um exemplo de como as calçadas deviam ser por toda a cidade.
Falando em crianças encontramos algumas curiosas com nossa jornada pelo bairro e começaram a pedir para serem fotografadas e começaram a posar para a gente e se divertiram bastante com a atenção dada a elas por nós.
Continuando pelo caminho fomos até o Instituto Pombas Urbanas onde seria realizado um casamento coletivo mas como chegamos muito cedo não chegamos a fotografar o evento, apenas o interior do galpão.
Mais a frente em uma pracinha do bairro terminamos nossa jornada com promessa que nossas fotos participariam de uma exposição no bairro.
Abaixo mais algumas fotos da Jornada Fotográfica - Cidade Tiradentes.
Até mais!
sexta-feira, 21 de março de 2014
S.O.S. Vila Maria Zélia - Como foi.
No último Sábado houve a saída fotográfica organizada por PaulaLyn Carvalho em prol da restauração da Vila Maria Zélia, uma antiga vila na zona leste de São Paulo.
A Vila Maria Zélia foi a primeira vila operária do Brasil e fundada em 1917 para abrigar os operários da antiga Companhia Nacional de Tecidos de Juta e é um patrimônio histórico de São Paulo.
Ela foi projetada pelo arquiteto Paul Pedraurrieux e ele baseou-se nas cidades europeias do início do século. Em seu interior a vila possui comércio, uma igrejinha, praças, armazém, farmácia e como era comum na época dois colégios, uma para meninas e outro para os meninos, um espelho do outro mas infelizmente hoje por ser tombada pelo CONDEPHAT grande parte desse patrimônio está em ruínas.
A saída foi baseada no colégio de meninas pois o colégio de meninos está trancado com risco eminente de desabamento tornando muito perigoso qualquer ação lá dentro.
Chegando na vila fomos recebidos pelo seu simpático morador seu Dedé que nos levou até o colégio onde faríamos grande parte da saída mas antes de entrar ele explicou porque o outro colégio estava fechado e também nos contou um pouco da história da vila e que hoje pertence ao INSS.
Entrando no colégio vimos que pouca coisa restou dele, apenas umas poucas paredes, escadarias e sem telhado algum, seu interior está tomado pela vegetação. Ele ficou tanto tempo abandonado que deu tempo de crescer uma árvore no meio de que parecia ser a secretaria da antiga instituição.
Mesmo com toda a destruição causada pelo tempo ainda dá para se notar a magnífica arquitetura do local pelos restos de parede que ainda sobrevivem de pé ao tempo.
Enquanto caminhávamos procurando que fotografar podíamos ver coisas curiosas como essa árvore no meio da sala mas também um enorme tubo de esgoto e até um disco de freio de carro, como essas coisas foram parar lá?
Aproveitando esse ar misterioso de estar em uma construção abandonada e decidimos fazer um mini-ensaio com dois palhaços muito queridos por todos que compareceram a saída, a Ximbica (Rose Battistella) e Gafurina (Fabrício Garelli) e logo a saída se tornou uma grande diversão para todos os fotógrafos que estavam lá pois eles sabem como animar qualquer ambiente com piadas e poses sem noção.
Sem esquecer do real propósito de nossa visita a vila fomos conhecer a sede do clube do local, lá existem quadras de futebol, canchas para o jogo de botcha, lanchonete e na parte de trás um viveiro de aves com laguinho e quiosque.
Depois de dar um tempo para comer alguma coisa na lanchonete o senhor Dedé nos levou para conhecer o antigo armazém.
No armazém a primeira coisa que notamos foi a sujeira do chão coberto por excrementos de pombos mesmo com o telhado que foi colocado a pouco tempo. Lá também tinham vários objetos entre eles uma bicicleta, uma bonequinha toda suja e um caixão cenográfico já que a Vila Maria Zélia é muito utilizada para filmagens de comerciais e seriados de TV, aliás lá está sendo gravado um seriado que passa semanalmente em um canal aberto.
Depois do armazém, seu Dedé nos levou para conhecer a farmácia, o local mais preservado até agora fora o clube.
Lá encontramos móveis antigos e uma estante cheias de fotos antigas da vila, inclusive o seu Dedé mostrou uma foto em que ele aparece quando criança.
Como não podia deixar de ser Ximbica e Gafurina se meteram no meio do pessoal e começaram a fazer poses para que fossem fotografados no local.
Depois de sairmos da farmácia fomos para a frente da igreja fazer a foto oficial do passeio e assim terminou a saída.
E você ficou com vontade de participar da saída? Então para deixar um pouquinho mais mais algumas fotos da saída abaixo:
Até mais!
A Vila Maria Zélia foi a primeira vila operária do Brasil e fundada em 1917 para abrigar os operários da antiga Companhia Nacional de Tecidos de Juta e é um patrimônio histórico de São Paulo.
Ela foi projetada pelo arquiteto Paul Pedraurrieux e ele baseou-se nas cidades europeias do início do século. Em seu interior a vila possui comércio, uma igrejinha, praças, armazém, farmácia e como era comum na época dois colégios, uma para meninas e outro para os meninos, um espelho do outro mas infelizmente hoje por ser tombada pelo CONDEPHAT grande parte desse patrimônio está em ruínas.
A saída foi baseada no colégio de meninas pois o colégio de meninos está trancado com risco eminente de desabamento tornando muito perigoso qualquer ação lá dentro.
Chegando na vila fomos recebidos pelo seu simpático morador seu Dedé que nos levou até o colégio onde faríamos grande parte da saída mas antes de entrar ele explicou porque o outro colégio estava fechado e também nos contou um pouco da história da vila e que hoje pertence ao INSS.
Entrando no colégio vimos que pouca coisa restou dele, apenas umas poucas paredes, escadarias e sem telhado algum, seu interior está tomado pela vegetação. Ele ficou tanto tempo abandonado que deu tempo de crescer uma árvore no meio de que parecia ser a secretaria da antiga instituição.
Mesmo com toda a destruição causada pelo tempo ainda dá para se notar a magnífica arquitetura do local pelos restos de parede que ainda sobrevivem de pé ao tempo.
Enquanto caminhávamos procurando que fotografar podíamos ver coisas curiosas como essa árvore no meio da sala mas também um enorme tubo de esgoto e até um disco de freio de carro, como essas coisas foram parar lá?
Aproveitando esse ar misterioso de estar em uma construção abandonada e decidimos fazer um mini-ensaio com dois palhaços muito queridos por todos que compareceram a saída, a Ximbica (Rose Battistella) e Gafurina (Fabrício Garelli) e logo a saída se tornou uma grande diversão para todos os fotógrafos que estavam lá pois eles sabem como animar qualquer ambiente com piadas e poses sem noção.
Sem esquecer do real propósito de nossa visita a vila fomos conhecer a sede do clube do local, lá existem quadras de futebol, canchas para o jogo de botcha, lanchonete e na parte de trás um viveiro de aves com laguinho e quiosque.
Depois de dar um tempo para comer alguma coisa na lanchonete o senhor Dedé nos levou para conhecer o antigo armazém.
No armazém a primeira coisa que notamos foi a sujeira do chão coberto por excrementos de pombos mesmo com o telhado que foi colocado a pouco tempo. Lá também tinham vários objetos entre eles uma bicicleta, uma bonequinha toda suja e um caixão cenográfico já que a Vila Maria Zélia é muito utilizada para filmagens de comerciais e seriados de TV, aliás lá está sendo gravado um seriado que passa semanalmente em um canal aberto.
Depois do armazém, seu Dedé nos levou para conhecer a farmácia, o local mais preservado até agora fora o clube.
Lá encontramos móveis antigos e uma estante cheias de fotos antigas da vila, inclusive o seu Dedé mostrou uma foto em que ele aparece quando criança.
Como não podia deixar de ser Ximbica e Gafurina se meteram no meio do pessoal e começaram a fazer poses para que fossem fotografados no local.
Depois de sairmos da farmácia fomos para a frente da igreja fazer a foto oficial do passeio e assim terminou a saída.
E você ficou com vontade de participar da saída? Então para deixar um pouquinho mais mais algumas fotos da saída abaixo:
Até mais!
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Agenda: Jornada Fotográfica - Bloco da Ressaca
Olá pessoal.
Mais uma Jornada fotográfica organizada por André Douek vai ser realizada dia 22/02/2014.
Dessa vez a Jornada irá fotografar o "Bloco da Ressaca", tradicional bloco de carnaval do bairro do Cambuci.
O Bloco da ressaca foi criado em 1984 sempre acontecendo no último Sábado que antecede o Carnaval e atraí em média 5000 foliões. Sua bateria é composta por cerca de 60 membros entre crianças e adolescentes de 10 a 16 anos de idade. Além da bateria o bloco conta com um grupo musical e também de dançarinos.
A concentração acontece as 14:00 no largo do Cambuci e o desfile que vai percorrer as ruas do bairro começa as 16:30.
Para participar da Jornada fotográfica é preciso inscrever-se até dia 21/02/2014 no endereço http://bit.ly/1alwO9D.
O ponto de encontro é no largo do Cambuci, zona central de São Paulo as 15h.
Mais informações no blog do organizador: andredouek.blogspot.com
Resumo:
Jornada Fotográfica - Bloco da Ressaca
Organização: André Douek
Data: 22/02/2014 às 15h
Local: Largo do Cambuci
Pré-requisitos: Inscrever-se através do endereço até dia 21/02/2014: http://bit.ly/1alwO9D
Mais informações: andredouek.blogspot.com
O blog fotosaídas tem a função apenas de divulgar as saídas fotográficas em São Paulo. Mais informações com o organizador da saída.
Até mais!
sábado, 23 de novembro de 2013
Jornada ao Bairro de Parelheiros - Como foi.
Nesse Sábado foi realizada mais uma Jornada Fotográfica com organização de André Douek ao Bairro de Parelheiros, extremo Sul de São Paulo.
Nos encontramos dentro da estação Pinheiros do metrô. Devido a chuva cerca de 20 dos 70 fotógrafos confirmados compareceram ao encontro.
De Pinheiros pegamos o trem da linha 9 Esmeralda em direção ao Grajaú. A viagem foi tranquila, demoramos 30 minutos para chegar ao terminal.
De lá pegamos mais um ônibus que demorou mais 50 minutos e nos deixou na pracinha da Igreja onde uma moradora do bairro nos aguardava.
Como estava chovendo intermitentemente hora uma garoa forte e hora uma chuva mais intensa decidimos nos abrigar debaixo das árvores em frente a igreja e dentro dela. Para não perder o dia fizemos algumas fotos de guarda chuva lá mesmo.
Em seguida fomos até o cemitério para tentar fazer também algumas fotos lá mas fomos impedidos de fotografar o seu interior mas não teve problema fizemos algumas fotos da rua do cemitério e voltamos para a pracinha da igreja para decidir qual ia ser nossa próxima parada. Até um cãozinho quis nos acompanhar nessa aventura molhada.
Foi decidido então visitar a igreja nova. Infelizmente a igreja estava fechada mas rendeu algumas fotos do terreno e também para nos abrigarmos um pouco da chuva que insistia em cair.
Fotos feitas voltamos para a pracinha da antiga igreja de onde fizemos algumas fotos dos cães de rua e transeuntes com seus guarda-chuvas.
Para finalizar a jornada decidimos então pegar a rua do comércio que dava no terminal Parelheiros.
Lá também renderam boas fotos dos moradores e do comércio mas o que mais chamou a atenção foram dois ratos mortos cortados ao meio prensados em uma tampa de bueiro. Foi a cena mais comentada do dia.
Devido a chuva não exploramos o bairro como queríamos mas a jornada foi muito interessante. Foi possível explorar esse clima interessante nas fotos, reflexos, o pessoal com seus guarda-chuvas coloridos, o comércio, um pouco da arquitetura local, enfim, deu para explorar bastante possibilidades fotográficas.
Mais algumas fotos da Jornada abaixo.
Até a próxima!
Nos encontramos dentro da estação Pinheiros do metrô. Devido a chuva cerca de 20 dos 70 fotógrafos confirmados compareceram ao encontro.
De Pinheiros pegamos o trem da linha 9 Esmeralda em direção ao Grajaú. A viagem foi tranquila, demoramos 30 minutos para chegar ao terminal.
De lá pegamos mais um ônibus que demorou mais 50 minutos e nos deixou na pracinha da Igreja onde uma moradora do bairro nos aguardava.
Como estava chovendo intermitentemente hora uma garoa forte e hora uma chuva mais intensa decidimos nos abrigar debaixo das árvores em frente a igreja e dentro dela. Para não perder o dia fizemos algumas fotos de guarda chuva lá mesmo.
Em seguida fomos até o cemitério para tentar fazer também algumas fotos lá mas fomos impedidos de fotografar o seu interior mas não teve problema fizemos algumas fotos da rua do cemitério e voltamos para a pracinha da igreja para decidir qual ia ser nossa próxima parada. Até um cãozinho quis nos acompanhar nessa aventura molhada.
Foi decidido então visitar a igreja nova. Infelizmente a igreja estava fechada mas rendeu algumas fotos do terreno e também para nos abrigarmos um pouco da chuva que insistia em cair.
Fotos feitas voltamos para a pracinha da antiga igreja de onde fizemos algumas fotos dos cães de rua e transeuntes com seus guarda-chuvas.
Para finalizar a jornada decidimos então pegar a rua do comércio que dava no terminal Parelheiros.
Lá também renderam boas fotos dos moradores e do comércio mas o que mais chamou a atenção foram dois ratos mortos cortados ao meio prensados em uma tampa de bueiro. Foi a cena mais comentada do dia.
Devido a chuva não exploramos o bairro como queríamos mas a jornada foi muito interessante. Foi possível explorar esse clima interessante nas fotos, reflexos, o pessoal com seus guarda-chuvas coloridos, o comércio, um pouco da arquitetura local, enfim, deu para explorar bastante possibilidades fotográficas.
Mais algumas fotos da Jornada abaixo.
Até a próxima!
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